"Transforme a prática em ambiente de reflexão!"

Sobre as belezas ocultas!

post - arg-f01.17 - Collateral-Beauty_img_885_590Gosto de filmes que me fazem pensar… E adoro ainda mais aqueles cujas reflexões revelam mais sobre as belezas ocultas aos olhos desatentos do cotidiano. Assim foi para mim a experiência de assistir (e sentir) Collateral Beauty.

Logo na primeira cena, a perspectiva sobre as três abstrações, abordando a relação entre o amor, o tempo e a morte pode até parecer revelar toda a trama do filme, mas a graça está em descobrir o real significado de cada uma dessas dimensões da vida humana.

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Precisamos de mais Atlas!

The statue of The Atlas on Fifth Avenue, Manhattan, New York.

The statue of The Atlas on Fifth Avenue, Manhattan, New York.

 

Na mitologia grega, Atlas foi o titã que recebeu de Zeus o castigo de carregar sobre os ombros o peso de todo firmamento. Seu fardo é relacionado, na maioria das vezes, à ideia negativa da sobrecarga que um indivíduo recebe na forma de tarefas, mas também pode servir como exemplo de valorização àqueles que sustentam o mundo com sua criatividade, trabalho e disposição para realizar grandes obras. E é a partir dessa segunda perspectiva que afirmo: precisamos de mais Atlas.

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Embaixadores da marca

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Sempre achei graça na ideia de haver um garoto-propaganda para determinada marca. Sabe aquela pessoa que apresenta e representa a empresa, seus produtos e serviços? Então, no Brasil, assim como em outros países, temos vários exemplos, incluindo alguns que o fizeram por tanto tempo a ponto de fundir suas identidades a das próprias marcas. Basta olhar para os icônicos casos de Carlos Moreno (garoto-propaganda da Bombril) e Sebastian Soul (garoto-propaganda da C&A). Entretanto, a grande maioria das organizações ainda parece ignorar seus mais valiosos embaixadores.

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Capítulo IV – O bilhete…

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Livro I – Inverno

Capítulo IV – O bilhete

Os dias pareciam ter voado naquela semana, mas não sem terem sido percebidos por Vicente, como se o exercício de assistir as coisas lhe tivesse impregnado os olhos, desencadeando situações que lhe eram estranhas, especialmente naqueles dias ainda frios.

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Novos planos, o mesmo propósito!

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Há algum tempo atrás, durante um papo inspirador, um dos participantes perguntou a respeito sobre como lidar com as constantes mudanças na carreira, impostas ora pelas incertezas do mercado, noutros momentos pela busca de satisfação pessoal. Naquela oportunidade respondi algo que se tornaria um dos meus lemas: “Nós não mudamos os planos de um sonho… Apenas os transformamos! Não seja rígido com seus sonhos, e sim com seu propósito!”. Recentemente, assumi para mim mesmo novos planos, porém, mantendo-me firme no mesmo propósito. Mas o engraçado é a reação das pessoas.

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Capítulo III – Outros olhares…

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Livro I – Inverno

Capítulo III – Outros olhares…

O som do despertador soou antes que tivesse aberto os olhos, para seu completo espanto. Surpreso por ter acordado daquela maneira, consultou o relógio assustado, levantando muito rápido, indo direto para o banho, sem se deter no corredor para olhar a poltrona vazia na sala. Parou apenas em frente ao espelho, observando seus olhos, ao redor dos quais pareciam haver hoje menos olheiras, como se agora demonstrasse a idade que realmente tinha, sem mais a impressão pesada dos anos que ainda não vivera.

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Filosofia, pra quê!?

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O domingo ensolarado é um convite ao picnic no Jardim Botânico. Pessoas vão surgindo de todos os lados, trazendo consigo toalhas e sacolas. São grupos, casais, e outros acompanhados por seus livros, sempre em busca do melhor lugar, nem tão ao sol, nem tão à sombra. De repente, a grama verde se torna colorida, como uma imensa colcha de retalhos. E em meio a algazarra promovida por crianças, que sem cerimônia criam elos de amizades em questão de segundos, alguém pergunta: Filosofia, pra quê!?

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Questão de identidade

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A questão de identidade se tornou um desafio constante para os viventes dessa nossa “Modernidade Líquida”. Hoje, precisamos ressignificar tantas coisas, o tempo todo, como nossa visão sobre o trabalho, as relações com o outro, o mundo e, portanto, sobre nós mesmos, pois tudo muda tão rapidamente e de maneira contínua, numa absoluta impermanência, como a própria vida.

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Capítulo II – O confronto…

edc-l1-c2-confrontoLivro I – Inverno

Capítulo II – O confronto…

Ele acordara antes do despertador, aguardando pacientemente pelo som irritante que o obrigaria a se levantar. Olhara a poltrona vazia e tomara seu banho. Com uma espiadela no espelho, confirmou que a roupa condizia com uma quinta-feira cinzenta. Transpôs espaço e tempo até o escritório, e de sua mesa de trabalho até a praça de alimentação de um shopping próximo, depois para a mesa de um café. Tudo parecia ordinariamente certo, na ordem que deveria ter todos os dias ordinários…

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“Como reter os talentos da organização?”

arg15-16-como-reter-nossos-talentos-blog“As perguntas mais simples são aquelas que merecem ainda mais reflexão para serem respondidas!”. Mais do que um lema, esse é um mantra que levo comigo e compartilho com os participantes de cada palestra e workshop. Como num recente projeto, quando realizei alguns papos inspiradores com diferentes temas e sugeri que cada encontro fosse apresentado através de uma pergunta simples e direta. Desta forma, o terceiro encontro se chamou: “Como reter os talentos da organização?”.

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